Fiquei pensando no assunto desse Caraminholas de Sexta e lembrei de um assunto que saiu no Twitter semana passada.
Aqui no Brasil ainda está por baixo dos panos, começando a crescer agora, se espalhando, mas sem dúvida por onde passa conquista muita gente.
E não pense “AH! Mais do essa maluca tá falando? Eu não gosto dissoo…” porque você também já entrou nesse mundo, só não sabe disso ainda…
Então dá um olhada e me diz, quais dos filmes abaixo você já assistiu, achou o máximo e nunca soube definir direito?

Pois todos eles são ou tem elementos Steampunk, a lista é longa esses são só alguns…
Não vou me arriscar a definir o que é o Steampunk, deixo isso pra quem entende do assunto e pode falar com propriedade… AQUI você encontra uma difinição do tema com maiores detalhes.

Então vou me ater ao ambiente, veja isso como introdução ao Steampunk! ou uma ambientação.
Então vamos aos ingredientes: 
Uma pitada de engrenagens
- Misture um pouco de vapor pra fazê-las funcionar



- Insira tudo isso no séc. XIX, de preferência na Inglaterra vitoriana (que vai de 1837 a 1901), mas se preferir usar a criatividade pode levar para qualquer lugar do mundo.
- Não esqueça seu cientista maluco (responsável por todas as criações mirabolantes) e claro para sua segurança coloque seus óculos de proteção! ou se preferir os de aviação!
Agora vamos embarcar…
No episódio 4 da Terceira Temporada de Castle, temos uma ótima introdução ao ambiente pelos olhos de uma leiga, pra quem não conhece a série basta saber que se trata de uma investigação policial e que a protagonista Detetive Beckett os ajudará a se situar…

Infelizmente falhei em encontrar o video legendado… vou providenciar a tradução e coloco em breve!

O vídeo nos apresenta a uma sociedade Steampunk em NY.
Os elementos no recinto são característicos, assim como a vestimenta, do gênero.
Na literatura você encontrará um ambiente com zeppelins, submarinos e trens, e todo tipo de acessório tecnológico que você possa imaginar.
Mas nunca se esqueçam, essa tecnologia é sempre desenvolvida a base do vapor (STEAM) e das engrenagens (CLOCKWORK).
A premissa do gênero (que constitui um subgênero de Ficção-Científica especulativa) eu costumo dizer que é o bom e velho E SE…, nesse caso é:
E SE… depois da Revolução Industrial a tecnologia começasse a se desenvolver e não fossem descobertas novas fontes de energia como aconteceu no que chamamos de Segunda Revolução Industrial (onde por exemplo se desenvolve o motor de explosão e o petróleo substitui o carvão como combustível) e o próximo passo do desenvolvimento fosse a base de vapor?
O resultado seria ao invés de aviões os Zeppelins, ao invés de relógio de pulso digital o de ponteiro de bolso (as vezes aparece como de pulso também), e ao invés de circuitos elétricos/eletrônicos as engrenagens… 
Teríamos uma sociedade tecnologicamente desenvolvida, o que conota futuro, mas no passado já que isso se insere no séc. XIX.
Se situar às vezes é problemático, os filmes ajudam mas a literatura Steampunk é muito mais rica. Ler um livro do gênero facilita muito a ambientação. 
Semana que vem volto pra comentar algumas publicações as clássicas que deram origem ao gênero e as recentes como por exemplo:
 Mortal Engines, (série em 4 vol.) de Philip Reeve, recém lançado pela Novo Século (Skoob)

Clockwork Angel, da série Infernal Devices (3 vol) de Cassandra Clare, que segundo fontes não oficiais será publicada pela Galera Record (Skoob)

Boneshaker de Cherie Priest (Série Clockwork Century) que será publicada aqui pela Editora Underworld (Skoob)

O Baronato de Shoah: A Canção do Silêncio. de José Roberto Vieira, publicado pela Draco.(Skoob
E ainda temos coletânias de contos como Steampunk: Histórias de um passado extraordinário (Skoob) publicado pela Tarja Editorial e Vaporpunk: Relatos Steampunk publicados sob as ordens de Suas Majestades publicado pela Draco. (Skoob)
Entre outras… 
Enfim, fiquem com algumas imagens…

Veja as dicas de Leitura aqui no Especial Steampunk Parte II

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